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Douglas Q. Stemback
Respeito a maior sabedoria humana. Débora Damasceno
Wallce Stevens
O sorvete do imperador
 
 
Chama o enrolador de charutos,
 
O musculoso, e pede que ele bata
 
Em xícaras caseiras cremes lúbricos.
 
Que as raparigas vistam as roupas
 
Que é seu costume usar, e os rapazes
 
Tragam flores no jornal do mês passado.
 
Que parecer termine em ser somente.
 
O único imperador é o imperador do sorvete.
 
Pega no armário de pinho,
 
Com os puxadores de vidro quebrados,
 
O lençol que ela bordou com pombas
 
E cobre todo o corpo dela, até o rosto.
 
Se um pé ossudo aparecer, verão
 
Que fria e dura que ela está.
 
Que fixe a lâmpada seu feixe quente.
 
O único imperador é o imperador do sorvete.
 
 
THE EMPEROR OF ICE-CREAM
 
Call the roller of big cigars, 
The muscular one, and bid him whip 
In kitchen cups concupiscent curds. 
Let the wenches dawdle in such dress 
As they are used to wear, and let the boys 
Bring flowers in last month's newspapers. 
Let be be finale of seem. 
The only emperor is the emperor of ice-cream. 
 
Take from the dresser of deal, 
Lacking the three glass knobs, that sheet 
On which she embroidered fantails once 
And spread it so as to cover her face. 
If her horny feet protrude, they come 
To show how cold she is, and dumb. 
Let the lamp affix its beam. 
The only emperor is the emperor of ice-cream.
 
 
 
                         De Harmonium